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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Wild Life (2011)




Nomeado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem em Animação.

(Wild Life - 2011)

Um Passeio Matinal (2011)




Nomeado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem em Animação.

(A Morning Stroll - 2011)

Dimanche (2011)




Nomeado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem em Animação.

(Dimanche - 2011)

A Lua (2011)




Nomeado ao Oscar de Melhor Curta-Metragem em Animação.

(La Luna - 2011)

Os Livros Voadores do Sr. Morris (2011)




Vencedor do Oscar de Melhor Curta-Metragem em Animação.

(The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore - 2011)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 (2011)


Indicado aos Oscar de Maquiagem, Efeitos Visuais e Direção de Arte.

(Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2 - 2011)

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Margin Call - O Dia Antes do Fim (2011)


Nomeado ao Oscar de Roteiro Original.

(Margin Call - 2011)

Albert Nobbs (2011)


Há 24 anos sem ser indicada ao Oscar, novamente Glenn Close teve a chance de ser reconhecida pelo seu impressionante desempenho em Albert Nobbs, drama de época que concorreu a três estatuetas da Academia: atriz, para Glenn, atriz coadjuvante (para Janet McTeer) e maquiagem. Coincidentemente, em 1988, ela recebeu sua quinta indicação por outro filme de época, Ligações perigosas, de Stephen Frears.

Apesar de ter sido visto por um público muito reduzido (faturou pouco mais de US$ 2 milhões desde seu lançamento nos EUA), o filme dirigido por Rodrigo Garcia parece ter oferecido a Glenn Close o papel de sua vida. Ela já havia interpretado o personagem no teatro em 1982 e, por 15 anos, lutou para levar a história para o cinema. Seu envolvimento foi tão grande, que também produziu o filme e assinou o roteiro com John Banville. O filme é Glenn Close do começo ao fim, numa atuação contida, mas sem deixar de ser pungente.

Baseado em um conto do escritor George Moore, o filme narra a vida difícil e solitária de Albert Nobbs, que trabalha como camareiro de um hotel em Dublin. Discreto, seguro e extremamente responsável, Albert Nobbs é na verdade uma mulher que se veste e se faz passar por homem desde a adolescência – aqui merece destaque o trabalho de Martial Corneville, Lynn Johnston e Matthew W. Mungle, responsáveis por amenizar os traços femininos da atriz, talhando seu rosto como uma escultura rígida e expressiva.

Nobbs não divide seu segredo com ninguém do hotel, o que permite sua sobrevivência como empregado num período de sérias dificuldades econômicas. Mas ela sonha com uma nova vida e, para isso, guarda cada centavo de seu salário e das gorjetas que recebe para abrir um negócio próprio no futuro.

Paralelamente, o relacionamento de um jovem casal de empregados, Helen (Mia Wasikowska) e Joe (Aaron Johnson), pode ser uma fonte de preocupação para Nobbs. O rapaz quer que a moça se insinue para o camareiro para obter vantagens, como presentes caros para ela e até mesmo dinheiro que eles usarão para emigrar para os Estados Unidos.

O segredo de Nobbs só passa a correr risco quando a dona do hotel lhe comunica que terá de dividir seu quarto durante uma noite com um pintor de paredes, Hubert Page (Janet McTeer), contratado para executar um trabalho no prédio. Sem alternativa, ela se prepara para uma noite em claro ao lado do desconhecido que, fatalmente, descobre sua identidade.

É a partir daí que começamos a descobrir detalhes da infância de Nobbs e os motivos que a levaram a assumir uma identidade masculina. Sem família ou amigos, guarda apenas uma fotografia de uma mulher que pode ser sua mãe, por quem já procurou mas não encontrou vestígios. A foto é um bem tão precioso como a caixa em que protege suas economias e mantém escondida embaixo de uma tábua do assoalho de seu quarto.

Mas o pintor também tem seus segredos e, ao revelá-los, despertará em Nobbs sentimentos que ele sufocava e que o levarão a refazer seus planos para o futuro. Mas as dificuldades ainda estão longe de serem solucionadas na vida desse homenzinho, que nunca soube o que é ser feliz.

Nomeado aos Oscar de Melhor Atriz (Glenn Close), Atriz Coadjuvante (Janet McTeer) e Maquiagem.

(Albert Nobbs - 2012)

domingo, 8 de junho de 2014

Tudo pelo Poder (2011)


Gosling, Clooney, Seimour Hoffman, Giamatti, Rachel Wood, Tomei e outros tantos atores de peso estão presentes neste magnífico filme dirigido por George Clooney que nos conta a história dos bastidores das eleições presidenciais norte-americanas.

Um ótimo filme!

Nomeado ao Oscar de Roteiro Adaptado.

(The Ides of March - 2011)

terça-feira, 25 de março de 2014

Escuridão (2011)


Em "Escuridão" é contada a história real de Leopold Socha (Robert Wieckiewicz), polonês da cidade de Lvov, que ajudou a esconder por 14 meses diversos judeus no esgoto da cidade. Inicialmente Socha concordou em fazer isto mediante pagamento, mas com o passar do tempo ele começou a ver o povo judeu com outros olhos e ajudá-los de bom grado.

"Escuridão" é mais um filme a mostrar a dura realidade do povo judeu se escondendo das atrocidades nazistas. Uma história real e muito comovente.

Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (Polônia).

(In Darkness - 2011)

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Nota de Rodapé (2011)


O drama israelense “Nota de Rodapé” arma sua trama no insolúvel conflito entre pai e filho, ambos estudiosos do Talmud, livro sagrado dos judeus. O pai é Eliezer Shkolnik (Shlom Bar-Aba), que passou sua vida investigando as mínimas divergências nas diversas versões do Talmud, esforçando-se num trabalho árduo, minucioso e, até sua maturidade, com escasso reconhecimento. O máximo que ele conseguiu foi ser mencionado numa nota de rodapé da obra magistral de um grande especialista.

Com seu filho, Uriel (Lior Ashkenazi), acontece justamente o contrário. Sua vida é passada sob os holofotes, recebendo um prêmio atrás do outro por seus livros, muitas vezes bestsellers.

O contraste entre a carreira dos dois termina por envenenar o relacionamento entre pai e filho, cujas personalidades não escondem uma ponta de crueldade, que vem à tona na primeira oportunidade, apesar dos esforços de suas mulheres para aliviar a tensão.

Um dia, chega pelo correio uma carta, anunciando para Eliezer que ele, finalmente, venceu o cobiçado Prêmio Israel. A amargura de toda uma vida de humilhação é repentinamente substituída por um inédito sentimento de euforia, que contamina também o filho. Afinal, vai ficar para trás o ressentimento de toda uma vida.

Mas a alegria dura pouco. O comitê de premiação cometeu um terrível engano e Eliezer, agora, terá que participar da solução de um dilema bem complicado. O drama de Uriel, que parecia resolvido, ganha um novo e decisivo capítulo.

Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (Israel).

(Hearat Shulayim - 2011)