domingo, 31 de agosto de 2014
O Homem que Sabia Demais (1934)
Mais um filme de Alfred Hitchcock que assisto, lembrando que este não é a grande produção norte-americana feita pelo diretor ao lado de James Stwart, mas sim sua versão original de 1934 que foi produzida na Inglaterra, antes de Hitchcock se tornar o mestre do suspense.
O filme não apresenta a ótima qualidade dos seus filmes posteriores, mas já demonstra a determinação do diretor para o gênero suspense. Um casal se vê em perigo quando adquirem uma informação de um homem que foi assassinado. A partir deste ponto, sua filha é sequestrada e eles não sabem como atender as solicitações dos sequestradores que desejam que a polícia fique fora do caso.
(The Man Who Knew Too Much - 1934)
Janela Indiscreta (1954)
Em meus registros consta que eu já tinha visto "Janela Indiscreta" apesar de que eu não me recordava disto. Assisti o filme e enquanto o assistia, em nenhum momento tive a sensação de tê-lo visto. Acho que me equivoquei ao registrar "Janela Indiscreta", ou então estou muito ruim de memória, por ter apagado completamente da memória esta obra hitchcockiana.
Continuarei esta postagens com as palavras do livro "1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer"...
A apoteose de todas as fixações psicossexuais ardentes e mal reprimidas de Hitchcock, "Janela Indiscreta" é também provavelmente (com a possível exceção de "Um Corpo que Cai", de 1958) a mais bem-sucedida mistura de entretenimento, intriga e psicologia da extraordinária carreira do diretor. Um estudo fascinante sobre a obsessão e o voyeurismo, "Janela Indiscreta" combina um elenco perfeito, um roteiro perfeito e principalmente um cenário perfeito para um filme - que é ainda melhor do que a soma de suas partes.
Para ter o máximo de liberdade, Hitchcock construiu uma complexa réplica de um prédio de apartamentos abarrotado de pessoas e em constante agitação com seu pátio igualmente movimentado. Cada janela dá vista para uma outra vida e, para todos os efeitos, conta outra história. Em uma, um compositor se debruça sobre seu piano, lutando com sua obra mais recente. Em outra, um dançarino treina compulsivamente. Um apartamento abriga uma mulher solitária, mal-sucedida no amor, enquanto outro abriga um apaixonado casal recém-casado.
L. B. "Jeff" Jeffries (James Stewart) é um fotógrafo de sucesso afastado do trabalho por conta de uma perna quebrada. Preso a uma cadeira de rodas o dia todo, não tem nada melhor para fazer do que espiar seus vizinhos. Ou pelo menos é o que ele afirma, pois sua namorada (e aspirante a esposa), a modelo profissional Lisa (interpretada por uma surpreendentemente sensual Grace Kelly, em um de seus últimos papéis antes da aposentadoria), e sua enfermeira rabugenta Stella (Thelma Ritter) observam com perspicácia que ele está apenas viciado na emoção do voyeurismo.
A ideia de que alguém conseguiria desgrudar os olhos de uma personagem tão bela e radiante quanto Lisa é difícil de acreditar, até que Jeff começa a suspeitar que um de seus vizinhos (um carrancudo Raymond Burr) assassinou a esposa. Logo Jeff arrasta Lisa e Stella para o mistério, estudando obsessivamente o comportamento do personagem de Burr em busca de sinais de culpa. Contudo, à medida que a investigação furtiva de Jeff avança, o mesmo acontece com histórias de todos os seus outros vizinhos, que ignoram a trama abominável que possivelmente se desenrola literalmente na porta ao lado.
"Janela Indiscreta" é construído de forma tão minunciosa quanto seu complexo cenário. Assisti-lo é como observar um ecossistema vivo, pulsante, com a emoção adicional de um misterioso assassinato para completar. Hitchcock se diverte com o cenário particularmente pós-moderno do filme: nós, os espectadores, somos hipnotizados pelas ações dos personagens, que, por sua vez, estão hipnotizados pelas ações de outros personagens. É um circulo vicioso de obsessão arrematado com humor negro e um toque de sensualidade.
De fato, embora o abelhudo Jeff possa descobrir um assassino no seu vilarejo urbano, são os vários romances que ocorrem nos outros apartamentos que chamam inicialmente sua atenção para o peep show do pátio. É uma perfeita ironia que suas obsessões pela vida amorosa dos vizinhos o impeçam de admitir seu interesse romântico em Lisa. Na verdade, o solteiro que existe em Jeff vê seus vizinhos como uma desculpa para repelir os avanços dela. Apenas quando suas atitudes a colocam em perigo ele finalmente percebe que o que tem diante de si é melhor do que qualquer coisa que possa ver pela janela.
Nomeado aos Oscar de Direção (Alfred Hitchcock), Roteiro, Fotografia e Som.
(Rear Window - 1954)
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Para Sempre (2012)
Após um acidente de carro, Paige (Rachel McAdams) perde a memória, ou melhor, parte da memória, pois apenas não se recorda de sua vida com seu marido Leo (Channing Tatum). Temendo perdê-la, ele faz tudo para que ela ganhe sua confiança e assim busca reconquistar o amor de sua esposa.
Mais um filme que não me agradou. Mesmo baseado em fatos reais não é uma história de amor comovente.
(The Vow - 2012)
domingo, 10 de agosto de 2014
É o Fim (2013)
Este não é o fim do meu blog, mas não tenho feito tantos posts por aqui pois não tenho visto filme algum. Na verdade, minha rotina mudou, estou trabalhando 10 horas por dia e no tempo livre procuro ir à academia ou ler, filmes e seriados agora só às vezes, infelizmente.
E mesmo depois de algum tempo sem ver nada, acabei assistindo a uma comédia pastelão onde James Franco, Jonah Hill, Seth Rogen, Jay Baruchel, Michael Cera, Emma Watson, Rihanna, Paul Rudd, Channing Tatum e outros tantos, interpretam a si próprios.
Todos eles foram convidados para uma festa na casa de Franco, quando de repente acontecimentos que precedem o apocalipse começam a acontecer e alguns deles procuram sobreviver na "fortaleza" construída por Franco.
(This Is the End - 2013)
domingo, 6 de julho de 2014
Versos de Um Crime (2013)
Certa vez, o poeta Allen Ginsberg disse que “Lou was the glue”, referindo-se a Lucien Carr, a tal “cola” dos escritores e poetas da geração beat. É justamente sob os olhos do autor de “Uivo” que o público de “Versos de um Crime” irá conhecer o responsável por apresentá-lo ao jovem William S. Burroughs, futuro autor de “Almoço Nu”, e levar ambos a conhecerem o promissor Jack Kerouac, antes do icônico romance “Na Estrada”.
O longa-metragem de estreia de John Krokidas na direção é uma espécie de “prequel” do movimento literário que desencadearia o fenômeno da contracultura entre meados da década de 1950 e início dos anos 1960. Isso porque o foco da produção é nos tempos em que Lucien Carr (Dane DeHaan) e seus três amigos frequentavam a Universidade de Columbia, em 1944, encontrando uns nos outros a mesma ânsia por liberdade. Já naquela época, eles defendiam não só uma escrita mais livre – vide a cena em que Allen Ginsberg (Daniel Radcliffe) discute com seu professor ao se opor contra a ditadura das rimas na poesia –, mas a transgressão de todas as regras impostas pela sociedade austera daquele período.
Ginsberg, que saiu da rotina caseira e tumultuada que compartilhava com o pai Louis (David Cross), também poeta, e a mãe com problemas mentais, Naomi (Jennifer Jason Leigh), encanta-se com a nova vida apresentada a ele pelo carismático Lucien. O colega de faculdade lhe mostra, por exemplo, a poesia de W. B. Yeats, especialmente com suas ideias cíclicas de “Uma Visão”, que serviria de inspiração para o quarteto de amigos criarem o manifesto “Nova Visão”, base do movimento beat.
Junto com o contido e “junkie” Burroughs (Ben Foster) e o expansivo e beberrão Kerouac (Jack Huston), Carr também o introduz na filosofia de sexo, drogas e... jazz. Lembre-se que este era o gênero musical mais revolucionário da época e o rock ’n’ roll ainda não existia. Porém, isso não impediu a seleção de canções de bandas de rock recentes, TV On The Radio, Bloc Party e The Libertines, na trilha sonora do filme, em uma liberdade artística interessante de Krokidas, mas que soa incompleta.
O diretor, que assina o roteiro com o iniciante Austin Bunn, falha ao não desenvolver mais as figuras de Burroughs e Kerouac, limitando-os a estereótipos. Consequentemente, a onipresente – especialmente nos lançamentos dos últimos meses – Elizabeth Olsen faz quase uma ponta no longa como Edie Parker, a então namorada de Jack. O retrato dos outros dois “beats”, ao menos, oferece mais nuances aos seus intérpretes, favorecidos pelos primeiros planos da fotografia de Reed Morano. Se Ginsberg remete, logo de início, o espectador ao passado de seu intérprete como Harry Potter por causa do figurino e dos óculos, Daniel Radcliffe consegue afastar o fantasma do bruxo de Hogwarts no decorrer do filme como o jovem que descobre o mundo e a si próprio; enquanto Dane DeHaan rouba a cena com a complexidade que imprime ao dúbio Carr, ardiloso, frágil e cativante ao mesmo tempo.
Apesar das irregularidades, Krokidas faz uma corajosa homenagem ao trabalho desses escritores ao tentar contaminar sua obra com a liberdade poética “beat”. Isso começa com o fato de que a relação e as ideias deles se sobrepõem ao próprio argumento do longa, que é a primeira tragédia que marcou essa geração – a segunda foi o assassinato acidental de Joan Vollmer Burroughs, esposa de William, morta com o tiro do próprio marido, como mostrado em “Beat” (2000). A delicada relação entre Carr e seu guardião e companheiro, David Kammerer (Michael C. Hall), um homem mais velho que o ajuda e persegue há anos, que fica mais abalada com a aproximação de Allen e Lucien, é apresentada de modo circular, mais para referenciar algumas de suas influências do que um mero recurso narrativo.
Deste modo, tudo é utilizado com o intuito de aprofundar e homenagear o poeta e os romancistas: desde o inteligente grafismo com as linhas do metrô junto ao som do trem, que destaca os principais locais que eles frequentaram, até as sequências de edição rápida, que emanam o espírito livre dos artistas. O melhor exemplo é aquela na qual é feita uma ode ao processo criativo da escrita, embalada ao som de jazz e do efeito de entorpecentes, atalhos que eles não temiam percorrer.
Mas, para além dessa busca pelo passado da geração “beat”, “Versos de um Crime” leva, inevitavelmente, o espectador a refletir nas escolhas e ações que determinam o rumo da vida de uma pessoa. O homem que era o mais louco do quarteto transgressor, Carr, preferiu a vida simples de jornalista que começou, após os desdobramentos da tragédia de 1944, e na qual continuou até sua morte, em 2005. É certo que nunca escreveu algo nos moldes dos “beats” e, mesmo mantendo contato com eles, impediu que o citassem em seus livros, até em dedicatórias, a fim de evitar a lembrança do que ocorreu.
Mas, ao ver as fotos dos quatro amigos juntos nos créditos finais, é difícil não pensar que Lucien Carr, que participou da gênese do movimento, não obteve a mesma fama dos colegas. Talvez esse filme não deverá dar-lhe a honra de marcar seu nome na história, mas não o deixará passar despercebido.
(Kill Your Darlings - 2013)
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Spring Breakers: Garotas Perigosas (2012)
Quatro meninas da faculdade assaltam um restaurante fast food para juntar dinheiro e tirar férias na praia. Sendo presas logo que chegam no local, acabam sendo socorridas por um traficante de armas em troca de alguns trabalhinhos sujos.
Mais um filme ruim de James Franco.
(Spring Breakers - 2012)
sábado, 5 de julho de 2014
What's on Your Mind? (2014)
Um ótimo curta-metragem que retrata como utilizamos de uma imagem, muitas vezes falsa ou equivocada de nossas vidas, para chamar a atenção alheia para as nossas postagens em redes sociais.
Certamente será assistido por muitos com um senso crítico aguçado, pois nos leva a uma reflexão do que somos e do que aparentamos ser.
(What's on Your Mind - 2014)
domingo, 22 de junho de 2014
The Normal Heart (2014)
“The Normal Heart” é um ótimo filme, no entanto não apresenta nada novo. Isto para quem que, assim como eu, já assistiu “Filadélfia”, “Meu Querido Companheiro” e “Clube de Compras Dallas”. Pois como em “Filadélfia”, este filme apresenta o temor que o vírus da Aids causou na comunidade gay no início dos anos 1980, acompanhado da causa política da questão, como em “Clube de Compras Dallas”, adicionando o romance entre dois homens devastado pelo vírus HIV como em “Meu Querido Companheiro”. Digamos que é uma junção das três histórias e com o triplo da emoção.
Este não é um filme fácil de ser visto, principalmente entre os mais conservadores. Cenas de afeto entre dois homens, sexo e principalmente a crueldade da deflagração causada pelo vírus HIV não são fáceis de ser digeridas. O preconceito e o descaso em relação aos gays e aos infectados pelo vírus torna tudo muito doloroso. Infelizmente uma dura realidade.
Apesar de tudo é um filme que vale a pena ser visto e com um elenco formado por estrelas como Mark Ruffalo, Jonathan Groff, Jim Parsons, Matt Bomer e Julia Roberts, certamente este filme não passará despercebido, tanto entre os gays quanto entre os heterossexuais.
(The Normal Heart - 2014)
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quinta-feira, 19 de junho de 2014
Cabra Marcado Para Morrer (1985)
Eduardo Coutinho faz um cinema complexo que lida com diferentes camadas da realidade e onde a trilha da verdade pode muito bem ser a encenação. "Cabra Marcado Para Morrer", seu filme mais celebrado, é tanto sobre si próprio quanto sobre seu tema 'oficial': o assassinato do líder camponês João Pedro Teixeira, de Sapé, na Paraíba, em 1962.
A ideia inicial já fugia ao lugar-comum do documentário-reportagem: patrocinado pelo Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional dos Estudantes, Coutinho fora à Galiléia, em Pernambuco, dois anos após o crime com o intuito de rodar um filme inspirado na tragédia de João Pedro. Uma ficção, portanto, só que usando personagens reais interpretando a si mesmos. Até Elisabeth Teixeira, viúva do ativista, participou das gravações. Mas as filmagens foram subitamente interrompidas pela intervenção do governo na região em 1º de abril de 1964, nas primeiras horas do golpe militar.
O filme foi retomado em 1981 (e lançado, por fim, em 1984) e se viu transformado em algo ainda mais intricado: ao buscar o paradeiro dos personagens de 17 anos antes, Coutinho resgatava a própria trajetória do filme e, em certa medida, dele próprio e da evolução de sua estética.
Guiado pelos preceitos éticos do cinema direto, onde o suporte básico é a entrevista cara a cara, com o diretor aparecendo na tela, "Cabra Marcado Para Morrer" tornou Coutinho uma grife, que alcançaria grau inédito de popularidade nos anos 2000, principalmente com "Edifício Master".
(Cabra Marcado Para Morrer - 1985)
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O Inventor da Mocidade (1952)
Cary Grant interpreta o Dr. Barnaby Fulton que descobre uma fórmula capaz de trazer a juventude de volta ao corpo de um ser humano velho e cansado. Na verdade não é bem ele que descobre esta invenção, mas sim o macaco de seu laboratório que mistura diversos ingredientes e o joga no bebedouro do laboratório, o que causa bastante confusão.
Esta comédia ainda conta com as participações de Ginger Rogers como a esposa de Grant e de Marilyn Monroe em um papel menor, interpretando uma secretária sexy.
(Monkey Business - 1952)
Aleksandr's Price (2013)
Esta é a história de Aleksandr (Pau Masó), um jovem russo que após perder a mãe, passa a se prostituir na cidade de Nova York. A temática o filme é pesada e abordada de uma forma difícil, porém não me agradou, devido ao mal roteiro e a péssima direção do próprio Pau Masó...
(Aleksandr's Price - 2013)
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terça-feira, 17 de junho de 2014
Game of Thrones - Quarta Temporada (2014)
"Game of Thrones" me conquistou desde o seu primeiro episódio, toda vez que me recordo de Jon Snow recolhendo os filhotes de lobos e os destinando a cada um de seus irmãos eu me comovo. Mas não posso deixar de afirmar que quatro anos depois me sinto às vezes perdido enquanto assisto a este seriado. A complexidade de personagens e seus passados entrelaçados me confundem.
Por esta razão comecei a me envolver também pela aventura escrita. Estou lendo o primeiro livro da série e espero que até o fim deste ano tenha conseguido ler todos os cinco e assim acompanhar esta aventura televisiva por suas quinta e sexta temporadas! Até 2016!
(Game of Thrones - The Complete Fouth Season - 2014)
Comendo Pelas Bordas 3 (2009)
Sim, este é o "Comendo Pelas Bordas 3", a continuação de uma comédia pastelão de temática GLS que se iniciou em 2004 e fez muito sucesso devido à sua comicidade. Eu mesmo me diverti muito vendo os outros dois filmes e tenho que dizer que este, apesar de sua péssima produção e baixa atuação, também me garantiu boas risadas.
Como não temos os protagonistas dos outros filmes, Caleb e Kyle, aqui iniciamos por seus velórios, onde nos é apresentado o tímido gay Casey, que sonha em encontrar o homem de seus sonhos. Quando ele conhece Zack (Chris Salvatore), sente-se atraído e incapaz de conquistar seu coração. Encorajado por sua amiga Tiffani (Rebekah Kochan), a mesma amiga do casal dos outros dois primeiros filmes, ele cria um profile fake na internet e conquista o coração de Zack.
A partir daí muita confusão surge entre os dois rapazes, pois Casey se passa por Ryan, um antigo namorado de Tiffani.
Uma comédia pastelão e tola que me garantiu boas risadas e que para a minha surpresa teve ainda mais duas continuações feitas em 2011! Quando der irei assisti-las.
(Eating Out: All You Can Eat - 2009)
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domingo, 15 de junho de 2014
Teen Wolf - Segunda Temporada (2012)
Quando o canal Sony Spin começou a exibir este seriado eu não me interessei, mas agora que o canal Sony o exibe às sextas-feiras eu me deixei levar e comecei a acompanhar esta série.
Afirmo que a primeira temporada me cativou mais que a segunda, pois na anterior tínhamos apenas um lobisomem adolescente e muito romance. Mas agora temos seres grotescos de origem duvidosa e muita gente caçando lobos meio que sem motivos.
No entanto, cada vez mais podemos ver belos rostos e abdomens definidos em tela...
(Teen Wolf - The Complete Second Season - 2012)
terça-feira, 10 de junho de 2014
Plano B (2009)
Após Bruno (Manuel Vignau) terminar seu namoro com Laura ele começa uma amizade com Pablo (Lucas Ferraro), o que o deixa indeciso em relação à sua sexualidade.
Eu particularmente detesto gente indecisa, assim como detestei o marasmo presente neste filme argentino.
(Plan B - 2009)
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