sábado, 11 de abril de 2020
Vai que Cola 2: O Começo (2019)
Mesmo que eu não tenha achado muita graça no primeiro filme baseado na série, decidi assistir ao segundo. E não é que "Vai que Cola 2: O Começo" me surpreendeu!
Aqui não temos Paulo Gustavo e consequentemente não temos nada de Leblon, tudo se passa no Méier, antes da galera da Pensão da Dona Jô se conhecer. Apesar do filme perder um pouquinho a mão na segunda metade, ele conseguiu ótimos resultados cômicos.
Dessa vez valeu a pena a diversão.
(Vai que Cola 2: O Começo - 2019)
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Cinzas no Paraíso (1978)
Vencedor do Oscar de Fotografia. Indicado aos Oscar de Figurino, Som e Trilha Sonora.
(Days of Heaven - 1978)
quinta-feira, 9 de abril de 2020
Vai que Cola: O Filme (2015)
Poucas vezes parei para assistir à serie "Vai que Cola" na TV, mas nessas poucas vezes a série me garantiu boas gargalhadas e isto era o mínimo que eu esperava ao assistir ao filme.
Infelizmente poucos risos foram lucrados nesta quase 1h40 de filme. Parece que o formato da sitcom não se adaptou muito bem à tela grande, a história ficou chata e os personagens meio irritantes.
(Vai que Cola: O Filme - 2015)
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quarta-feira, 8 de abril de 2020
Harry e Sally: Feitos um para o Outro (1989)
Depois de ter visto "The Thing About Harry", a versão gay de "Harry e Sally: Feitos um para o Outro", me bateu uma vontade imensa de rever este filme, e desta vez me entreguei completamente a ele. Digo isto porque fiquei totalmente apaixonado por esta história escrita pela saudosa Nora Ephron.
Harry conhece Sally quando ela o leva de carona de Chicago à Nova York, nesta época os dois estão terminando a faculdade e Harry era namorado de uma amiga de Sally. Anos mais tarde reencontram-se, mas a antipatia que sentem um pelo outro permanece. Mas, alguns anos depois encontram-se novamente e uma amizade surge.
A esta altura Harry já está divorciado e Sally já terminou um antigo romance. Os dois passam a se ver, como bons amigos, e vivem muitos momentos juntos: vão a museus, jantares, saem para passear pelo parque e por aí vai... mas sempre mantendo em mente que o sexo entre amigos pode acabar com a amizade.
E é o que acontece. Um dia eles acabam transando e tudo muda entre eles. "Harry e Sally: Feitos um para o Outro" continua sendo um filme adorável de se ver e rever.
Nomeado ao Oscar de Roteiro Original.
(When Harry Met Sally... - 1989)
E é o que acontece. Um dia eles acabam transando e tudo muda entre eles. "Harry e Sally: Feitos um para o Outro" continua sendo um filme adorável de se ver e rever.
Nomeado ao Oscar de Roteiro Original.
(When Harry Met Sally... - 1989)
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terça-feira, 7 de abril de 2020
The Hunt (2020)
Só assisti a "The Hunt" por este ser o filme do momento, comentado em muitas redes sociais e nos grupinhos de discussão de cinema. Mas digo que esperava mais deste filme.
Um grupo de 12 pessoas acorda em meio a uma floresta com suas bocas amordaçadas e uma caixa de madeira misteriosa. Quando abrem a caixa, dentro dela há um porco (referência ao livro de George Orwell, "A Revolução dos Bixos") e um punhado de armas de fogo. Quando as vítimas pegam nas armas a caçada começa.
O filme tenta explicar que estas pessoas estão lá devido a sua visão política de extrema direita e um tanto preconceituosa. E aqueles que caçam, são os liberais e politicamente corretos. O roteiro não se sustenta, vai perdendo o ritmo, apesar de todas as cenas de ação, e encaminha-se para um final ridículo.
(The Hunt - 2020)
Guillermo en el tejado (2018)
Enquanto Guillermo tenta analisar as decepções de sua vida amorosa ao fazer um curta-metragem sobre o tema, ele descobre uma realidade mais pesada quando conhece Samir, um refugiado sírio, que o faz pensar que todos os seus problemas são superficiais.
(Guillermo en el tejado - 2018)
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In einem Moment (2019)
Um curta-metragem alemão, repleto de más interpretações, que conta a história de um rapaz com aspiração musical, que ao se apaixonar por outro, compõe uma canção para ele e a apresenta em um festival na escola. Nada demais.
(In einem Moment - 2019)
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segunda-feira, 6 de abril de 2020
The Thing About Harry (2020)
Ao assistir "The Thing About Harry" parece que voltei a ter 15 anos de idade. Fazia tempo que não me divertia com uma comédia romântica como me diverti vendo o jeito sistemático de Sam contrastando com o jeito despojado de Harry.
Sam (Jake Borelli) sempre sofreu bullying na escola, principalmente ao se assumir gay e quem mais caçoou dele foi Harry (Niko Terho). Mas, quando já estava na faculdade, uma amiga implorou para que ele oferecesse uma carona ao Harry na ocasião do casamento dela, e Sam o fez. Quando estavam viajando, Harry conta a Sam que é pansexual e isto o deixa intrigado.
A história tem vários intervalos de tempo e não se segue a partir do momento em que eles se encontram pela primeira vez. Os personagens vão se reencontrando ao acaso em diversas ocasiões, a maioria delas com intervalos de um ano. Conforme tudo vai se passando, a amizade entre os dois vai se consolidando e um sentimento mais forte surge. Sentimento este não declarado, o que só complica tudo entre Harry e Sam.
"The Thing About Harry" tem um quê de "Harry e Sally: Feitos Um Para o Outro", principalmente ao abordar a questão de que o sexo entre amigos acaba com a amizade. Além disso, o filme foi escrito e dirigido por Peter Paige, o Emmett Honeycutt do seriado "Queer as Folk".
Assista despretensiosamente e com certeza se divertirá. Eu adorei.
(The Thing About Harry - 2020)
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domingo, 5 de abril de 2020
Ilha das Flores (1989)
Depois de assistir a "O Poço", filme que tem a questão da disputa por alimentos como foco principal, recordei-me deste curta-metragem do incrível diretor Jorge Furtado, que também trata da questão da distribuição de alimentos.
A Ilha das Flores realmente existiu, era um aterro sanitário, e lá os porcos tinham prioridade ao comer os alimentos descartados. Depois que os animais comiam, os alimentos que sobravam ficavam disponíveis a mulheres e crianças.
Este curta-metragem é a realidade daquilo que a ficção contida em "O Poço" nos mostra.
(Ilha das Flores - 1989)
(Ilha das Flores - 1989)
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O Poço (2019)
A premissa do filme é uma prisão vertical onde os detentos que se encontram nos níveis inferiores alimentar-se-ão das sobras de comida daqueles que se encontram nos níveis superiores. Não se sabe quantos níveis constituem a prisão, mas se tem o conhecimento de que a cada mês os presos mudarão de nível.
Apesar de todo o cuidado no preparo dos alimentos para os detentos, e da abundância e da qualidade destes, a partir do momento em que são postos na plataforma que servirá-los aos prisioneiros, não há regras a serem seguidas. O sistema dentro da prisão é anárquico e aqueles que se encontram nos níveis superiores comem avidamente sem pensar naqueles que também necessitam comer.
Goreng (Ivan Massagué) é o personagem principal desta história e é aquele que leva consigo um livro para o acompanhar, o título escolhido é Dom Quixote. Trimagasi (Zorion Eguileor) é o companheiro de cela de Goreng e ele leva consigo uma faca para dentro da prisão. Creio que aqui se encontra a analogia entre a sabedoria e a força ou entre a diplomacia e a guerra. E é esta diplomacia que inicialmente Goreng quer propagar ao sistema em que está inserido. Ele quer que cada prisioneiro se conscientize das necessidades do outro e que coma apenas o suficiente. No entanto, não é isso que ocorre.
Logo depois ele abandona a cordialidade e tenta impor à força sua forma socialista de pensar e o que vemos aqui é o ponto de vista realista dos roteiristas, onde os seres humanos se deixam possuir por sua maldade, não colaborando para o alcance de um ambiente melhor e mais justo.
"O Poço" é uma diversão reflexiva e instigante e com seu final aberto a interpretações.
(El Hoyo - 2019)
sábado, 4 de abril de 2020
Brahms: Boneco do Mal II (2020)
Filmes de horror são sempre mal vistos pela crítica e com esta continuação de o "Boneco do Mal" não foi diferente. Mesmo assim, digo que me diverti com este filme, assim como tinha me divertido com o anterior.
Depois de ser vítima de um assalto a sua casa, Liza (Katie Holmes) e seu filho Jude (Christopher Convery) ficam traumatizados e o garoto perde até temporariamente a habilidade da fala. Então para que tenham a paz necessária o marido de Liza, Sean (Owain Yeoman), aluga uma casa de campo onde passarão uma temporada. A casa em questão é a casa de hóspedes da mansão na qual a história do primeiro filme se passava e quando a família está passeando pelo bosque que circunda as duas casas o garoto encontra o boneco Brahms enterrado em meio à floresta.
A partir disto coisas estranhas passam a ocorrer e a mãe 'culpa o garoto que culpa o boneco'. O desfecho deste filme, apesar de previsível, é diferente daquele tomado no primeiro filme. Apesar de tudo valeu a diversão.
(Brahms: The Boy II - 2020)
Uma Vida Oculta (2019)
Sempre que vejo um filme de Terrence Malick sou imerso a uma experiência única. A forma com que o diretor conduz suas cenas faz com que sintamos o filme de diversas maneiras possíveis. Quando a câmera segue os passos dos personagens temos a impressão de que estamos ali junto a eles. Quando decide mostrar a imensidão da natureza em que a humanidade se insere, parece que mergulhamos em águas profundas ou deitamos em campos gramados macios. Quando os diálogos deixam de ser diretos e são colocados em cena em narrativa em off, temos a impressão de que ouvimos os pensamentos de cada personagem. Além disto, temos todo o questionamento filosófico que os filmes de Malick abordam. A existência e o sofrimento humano são sempre indagados.
Em "Uma Vida Oculta", o diretor conta a história real de Franz Jägerstätter (August Diehl), um camponês austríaco que se recusa a lutar para o exército de Hitler em plena Segunda Guerra Mundial. Devido às decisões do marido, consequentemente é mostrado todo o sofrimento que recai sobre a esposa dele, Fani Jägerstätter (Valerie Pachner). Por ser é um filme de três horas de duração o diretor optou pela narrativa direta e linear, o que não ocorre em outros de seus filmes, isto é bom por não deixá-lo confuso. Temos aqui também as belas paisagens campestres da Áustria que através da maravilhosa fotografia utilizada no filme deixa tudo ainda mais belo.
Quem quiser passar três horas imersos em mais um filme de Terrence Malick, digo que vale a pena.
(A Hidden Life - 2019)
sexta-feira, 3 de abril de 2020
Contágio (2011)
Nunca tive interesse em ver este filme, apesar da direção consagrada de Steven Soderbergh e das atuações de estrelas como Gwyneth Paltrow, Matt Damon, Laurence Fishburne, Jude Law, Marion Cotillard, Kate Winslet, etc... a única coisa que me atraiu até ele foi o momento atual da pandemia da COVID-19 que tem atormentado a vida de todos.
A história aqui é semelhante a que vivemos agora, bem no estilo 'a arte imita a vida ou a vida imita a arte', onde um virus desconhecido infecta alguém na China e a partir daí tudo ganha proporções mundiais.
Aqui no Brasil já estamos em quarentena e mesmo assim muitos se infectaram e outros já perderam a vida. Por isso se faz tão necessário nosso isolamento social e todos os cuidados de higiene possíveis a serem tomados. Não queremos danos às pessoas que nos cercam e que amamos, muito menos que uma anarquia se instale. É interessante notar a frase contida no poster do filme 'Nada se espalha mais do que o medo', infelizmente já estamos assim: com medo.
(Contagion - 2019)
Cats (2019)
Tenho que confessar uma coisa, de tão ruim que este filme é não consegui assistir mais do que 45min dele.
Um musical feito sem propósito algum, efeitos especiais precários, interpretações burlescas, não sei como um diretor que já venceu o Oscar de direção conseguiu um resultado tão péssimo como este!
Gente, simplesmente "Cats" não vale a pena. Juro que tentei.
(Cats - 2019)
quarta-feira, 1 de abril de 2020
Joshy (2016)
O filme começa com a noiva de Joshy suicidando com um cinto amarrado na porta do apartamento em que estão. Logo em seguida, a história se transporta para uma cabana onde 5 homens, incluindo Joshy, reúnem-se para uma espécie de despedida de solteiro ou festa só para garotos. O que parecia ser um drama tende a transformar-se em uma comédia ao estilo "Se Beber Não Case".
Este filme simplesmente não sabe para que veio, uma mistura de gêneros que não deu certo, principalmente ao envolver o suicídio de uma mulher como pretexto para esses amigos se reunirem. Um fracasso de mal gosto.
(Joshy - 2016)
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