quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Sexo, Mentiras e Videotape (1989)
O roteirista e diretor Steven Soderbergh – agora mais conhecido por “Erin Brockovich” e pelo ganhador do Oscar “Traffic” – teve uma estreia marcante com este drama que ganhou a Palma de Ouro e o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes de 1989.
Escrito em apenas oito dias e filmado em cinco semanas com um orçamento de 1,2 milhões de dólares, “Sexo, Mentiras e Videotape” recebeu o crédito de transformar a indústria do cinema independente, levando os espectadores do cinemão a ver filmes de pequena escala, que antes não teriam assistido. E este filme é certamente imperdível, uma visão ardilosa, sexy e inteligente dos relacionamentos modernos passada no tórrido Sul dos EUA.
Andie MacDowell, em seu primeiro principal papel depois de aparecer em “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” e “Greystoke: A Lenda de Tarzan”, estreia como Ann Millaney, uma esposa perfeita presa em um casamento tedioso e quase sem sexo com John (Peter Gallagher), um advogado egoísta. Escondido de Ann, John está tendo um caso com a irmã briguenta dela, Cynthia (Laura San Giacomo), mas todos os segredos e mentiras em seus relacionamentos recíprocos são revelados quando Graham (James Spader), um colega de escola de John, chega à cidade, forçando todos a encarar verdades sobre os outros e sobre si mesmos. Graham, é claro, tem suas próprias surpresas a revelar – ele trouxe uma mala cheia de fitas de vídeo, cada uma com uma mulher falando abertamente sobre seus segredos sexuais. Mas como conseguiu que tantas mulheres se abrissem com ele?
Os diálogos de Soderbergh são espantosamente francos e ele enche seu filme de atores talentosos que interpretam suas falas com brilho. A ex-modelo MacDowell está ótima como a flor arrumadinha sulista e San Giacomo é um achado como irmã desinibida. Mas o filme é realmente de Spader – um ex-ator de filmes adolescentes “A Garota de Rosa Shocking”, “Abaixo de Zero”, que mostra aqui uma profundidade e uma sensibilidade inesperadas em seu retrato do personagem mais interessante do quarteto reprimido de Soderbergh.
Indicado ao Oscar de Roteiro Original.
(Sex, Lies, and Videotape - 1989)
Marcadores:
1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer,
Filmes,
Indicado ao Oscar
Contos de Nova York (1989)
Na primeira história, "Lições de Vida" (Life Lessons), dirigida por Martin Scorsese, Lionel Dobie (Nick Nolte), um famoso artista plástico, fica arrasado quando Paulette (Rosanna Arquette), sua namorada e assistente, planeja abandoná-lo. Na segunda, "A Vida Sem Zoe" (Life Without Zoe), dirigida por Francis Ford Coppola, Zoe (Heather McComb), uma menina, vive esquecida em um hotel de luxo enquanto seus famosos pais viajam o mundo. Na terceira, "Édipo Arrasado" (Oedipus Wrecks), dirigida por Woody Allen, Sheldon Mills (Woody Allen) é um advogado que não consegue se libertar da mãe dominadora.
(New York Stories - 1989)
O Mundo da Fantasia (1954)
A saga da família Donahue, que sempre se dedicou ao mundo dos espetáculos. A filha deseja ser uma grande estrela, um dos filhos decidiu ser padre, mas o outro, um dançarino, se apaixona por uma jovem que sonha ardentemente em ser cantora e não está disposta a perder nenhuma oportunidade que possa prejudicar seu grande objetivo.
Indicado ao Oscar de Figurino, Trilha Sonora e Roteiro.
(There's No Business Like Show Business - 1954)
Marcadores:
Filmes,
Indicado ao Oscar
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Robin Hood (2010)
Um rei populista, um heroi comunista e um frei apicultor. Bem vindo à Idade Média de Ridley Scott. O filme se interessa pelos anos de formação do personagem; é praticamente o making of de um heroi fora da lei. Ao filme, não importa no que Robin Longstride se tornou, mas como ele se transformou em lenda. Ou seja, tal qual todos os primeiros filmes das séries recentes de personagens famosos, reinventa-se suas origens.
Russell Crowe é Longstride, um arqueiro que pertence ao exército do rei Ricardo (Danny Huston), que logo é morto em batalha contra os franceses. A consequência disso é que sobra para o arqueiro – sob a identidade de Sir Loxley, que também morreu nas mãos dos inimigos - e seus companheiros levarem a coroa para Londres, onde será colocada na cabeça do príncipe João (Oscar Isaac). Este, assim que sobe ao trono, dispensa o conselheiro real, William Marshall (William Hurt), para aceitar as sugestões de seu amigo Godfrey (Mark Strong), que o trai fazendo jogo duplo com os franceses.
Enquanto os nobres estão empenhados em fazer alianças e novos inimigos, Longstride precisa assumir completamente sua identidade falsa, o que inclui a de filho Loxley (Max von Sydow) e marido de Lady Marion (Cate Blanchett), inclusive dividindo a cama com ela. De princípio, ela não gosta muito do plano do sogro, mas acaba aceitando, para que os Loxley não percam suas terras por causa da morte do verdadeiro marido de Marion.
(Robin Hood - 2010)
O Sol da Meia Noite (1985)
Nikolai Rodchenko (Mikhail Baryshnikov) é um bailarino da União Soviética exilado nos Estados Unidos que é aprisionado pela KGB quando seu avião sofre uma pane e pousa em território soviético. Lá tem contato com um bailarino americano, que desertou do exército na época da Guerra do Vietnã, foi morar em Moscou e está casado com uma russa.
Vencedor do Oscar de Melhor Canção por "Say You, Say Me" e indicado ao Oscar nesta mesma categoria por "Separate Lives (Love Theme from White Nights)".
(White Nights - 1985)
Marcadores:
Filmes,
Indicado ao Oscar,
Vencedor do Oscar
O Céu Pode Esperar (1978)
Joe é um quarterback em preparação para o superbowl que quase morre em um acidente. Um anjo ansioso o leva para o céu para somente depois perceber, tarde demais (quando o corpo de Joe já havia sido cremado), que ele não deveria estar ali. Agora Joe reencarna no corpo de um milionário, o que dá início a muitos problemas.
Ganhou o Oscar de Direção de Arte. Indicado em outras 8 categorias: Melhor Filme, Ator (Warren Beatty), Ator Coadjuvante (Jack Warden), Atriz Coadjuvante (Dyan Cannon), Fotografia, Direção, Trilha Sonora e Roteiro Adaptado.
(Heaven Can Wait - 1978)
Marcadores:
Filmes,
Indicado ao Oscar,
Vencedor do Oscar
I'm Here (2010)
Sheldon (Andrew Garfield) é o protagonista de “I’m Here”. Nessa história, humanos vivem com robôs. Estes, por sua vez, são desprezados. A eles estão reservados os serviços mais menosprezados da sociedade: motorista de ônibus, peão de obra, frentista e outras tantas ocupações braçais.
Ele é bibliotecário. Cumprimenta todos, é gentil e simpático com quem cruza na rua. Ninguém o percebe – a sua natureza de robô não permite que ele seja alguém. Sua vida se resume ao trabalho e ao lar, onde repousa recarregando a bateria. Ele não parece muito feliz, mas também não é triste. Sua vida monótona ganha brilho quando conhece Francesca (Sienna Guillory), uma robozinha muito charmosa, cheia de atitude e que começa a gostar do rapaz. Eles passam a namorar da maneira mais bela e romântica, que a gente gosta de ver no cinema. Ele é todo travadinho, ela, espevitada. Eles se complementam, se misturam. Tanto que Sheldon será capaz de doar a Francesca seu membros, seu coração. “I’m Here” é sobre doação, sobre o amor que está além do físico, do carnal. Do corpo.
(I'm Here - 2010)
Annie (1982)
A órfã Annie sonha com a vida fora do orfanato e vive tentando escapar, sendo impedida pela megera Srta. Hannigan. Escolhida para passar uma semana na casa de um milionário, ela acaba sendo convidada a ficar, enquanto a Srta. Hannigan planeja raptá-la. Adaptação da peça musical de Thomas Meehan.
Indicado ao Oscar de Direção de Arte e Trilha Sonora.
(Annie - 1982)
Marcadores:
Filmes,
Indicado ao Oscar
Surpresa em Dobro (2009)
Parceiros numa firma de marketing esportivo, Charlie (Travolta) e Dan (Williams), estão para fechar o negócio de suas vidas com uma firma japonesa. Bem nessa hora, reaparece Vicki (Kelly Preston), com quem Dan teve um casamento-relâmpago em Las Vegas, sete anos atrás. O motivo: ela vai ficar presa duas semanas por um contravenção menor, e não tem com quem deixar os gêmeos que Dan, sem saber, concebeu, Emily (Ella Bleu Travolta) e Zach (Conner Rayburn).
Sem nenhum jeito com crianças, os dois sócios vão se enrolar todos. Vão ficar também na pior com os japoneses. Até aí, tudo bem – afinal, toda comédia pode aproveitar uma série de desastres.
(Old Dogs - 2009)
Burlesque (2010)
Ali, a loirinha divertida e repleta de planos, que joga para o ar o avental de garçonete num bar em Iowa, para viver o sonho de ser cantora em Los Angeles, é a história de muitas jovens. Mesmo trabalhando como garçonete no Burlesque, um bar de strip-tease em Los Angeles (emprego que conseguiu na marra), a incansável Ali não sossega até convencer a proprietária, Tess (Cher), a contratá-la como dançarina de sua companhia, que diverte os frequentadores do bar.
O passo seguinte é convencê-la de que pode cantar. Só a personagem de Cher tem esse privilégio. As demais coristas apenas interpretam os números coreografados por Tess com figurinos de Sean (Stanley Tucci).
(Burlesque - 2010)
Pro Dia Nascer Feliz (2006)
Que o Brasil é cheio de contrastes sociais e que o ensino no país anda defasado há muito tempo não é nenhuma novidade. Ainda assim, o documentarista João Jardim (Janela da Alma) encontrou algo novo a dizer sobre essas duas questões. Em seu “Pro Dia Nascer Feliz” o diretor mostra como os dois problemas estão intimamente ligados e que ainda é possível construir um país melhor.
“Pro Dia Nascer Feliz” retrata dois extremos e o abismo que existe entre eles. De um lado, uma pequena escola do interior de Pernambuco. Dentre seus estudantes está a adolescente Valéria, que aos 16 anos quer continuar os estudos apesar das dificuldades que enfrenta na região onde mora - longe da escola e com poucas perspectivas de um futuro melhor. Isso não a impede de compor poemas e dizer que ‘deveria ter uma péssima impressão da vida, se não fosse a paixão que tenho pela arte de viver’.
Num outro extremo está uma escola de elite na cidade de São Paulo. Jovens ricas que demonstram uma consciência social – ao menos algumas delas – mas que ainda estão preocupadas demais com seus estudos ou com suas outras atividades, como natação, ioga e vida amorosa.
São dois retratos distintos, que Jardim traça com honestidade sem ridicularizar ou tomar partido. Em vista das circunstâncias, não fica difícil aderir a Valéria, torcer para que ela vença as adversidades que parecem não lhe dar muitas opções no futuro.
Jardim não deixa de lado o que há entre esses extremos. Como toda escola de elite é parecida, o documentarista volta-se para as escolas da periferia dos grandes centros, onde os problemas são iguais e ao mesmo tempo distintos. No Rio de Janeiro, uma professora diz que seu aluno tem potencial, mas o tráfico é tentador demais. Já na Grande São Paulo, uma professora reclama de falta de estímulo e diz que ‘o professor perdeu a dignidade para trabalhar’. Ela não está exagerando. Cenas de discussão entre alunos e professores chegam a assustar aqueles que já saíram da escola há muitos anos.
Com um sutil diálogo entre diversas realidades, o documentarista questiona, entre outras coisas, o determinismo que prega uma estagnação do indivíduo na classe social na qual nasceu.“Pro Dia Nascer Feliz” prova que a educação pode ser ferramenta tanto de ascensão quanto de dominação. Curioso que numa das cenas na escola da elite, na aula de literatura, os alunos discutam o romance O Cortiço, de Aluízio Azevedo. Uma das obras mais importantes do naturalismo, o livro revela a complexa relação social entre dominadores e dominados, proprietários e inquilinos, ricos e pobres. Sintomático que pouca coisa tenha mudado desde quando o livro foi publicado, no final do século XIX. Isso Jardim mostra claramente.
“Pro Dia Nascer Feliz” prima não apenas por sua abordagem, mas também por imagens que comprovam seu olhar apurado para compor quadros visuais, não apenas painéis discursivos. Impossibilitado de mostrar o rosto de menores infratores, Jardim evita a surrada saída de usar a sombra do entrevistado ou o contra-luz, optando por imagens poéticas que contrastam com a triste realidade que os jovens contam.
“Pro Dia Nascer Feliz” termina com uma certa nota de otimismo – o que prova que nem tudo está perdido, que ainda é possível mudar essa realidade e a mudança tem que começar com os mais jovens. Por suas idéias e honestidade, é um filme poderoso.
(Pro Dia Nascer Feliz - 2006)
Marcadores:
Cinema Nacional,
Documentário
Amor e Outras Drogas (2010)
Gyllenhaal é Jamie, ovelha-negra de uma família de médicos. Ele tem jeito mesmo para ser vendedor e arranjar encrencas.Enquanto trabalha como representante comercial da Pfizer, ele coleciona conquistas (secretárias de médicos) e inimigos (médicos e concorrentes), até conhecer Maggie (Anne), jovem artista que sofre de Parkinson precoce. Eles resolvem viver um caso com muito sexo, algum romantismo e nenhuma ligação emocional. Como se isso fosse fácil. Quando se descobrem apaixonados, cada um reage de uma forma.
Maggie não quer criar vínculos por causa de sua doença. Ela crê que em pouco tempo estará totalmente debilitada – apesar dos fortes remédios que toma. Jamie se esforça para ser o namorado perfeito, mas é difícil conseguir quando sua amada está tentando se livrar dele.
O filme se passa em 1996 – apenas 15 anos e parece tão longínquo –, quando a internet ainda não era tão popular e o Viagra surgia para causar uma espécie de segunda revolução sexual. Jamie torna-se o maior vendedor do produto, o que lhe garante status e situação financeira. A doença de Maggie, no entanto, agrava-se cada vez mais.
(Love and Other Drugs - 2010)
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos (2009)
A trama gira em torno de Zeca (Caio Blat), e suas crises existenciais-amorosas por conta de suas insatisfações pessoais e maritais. Ele é casado com Julia (Maria Ribeiro), uma mulher bastante diferente dele. Enquanto ele é acomodado numa vida sem qualquer ambição, vivendo da mesada que o pai (Daniel Dantas), lhe dá da herança da mãe, ela é mais bem resolvida em todos os planos, e cheia de sonhos e ambições.
Zeca diz escrever um romance, mas empacou na página 50 e duvida de seu suposto talento. Com tanto tempo vago, ele entra numa paranoia de que sua mulher tem um caso com a amiga argentina, Carol (Luz Cipriota), e começa a seguir a moça. Não é nenhuma surpresa que o rapaz vai se apaixonar pela outra garota. Mas o que mais surpreende é como a relação se desenrola, com alguns momentos, como a primeira transa, envolvendo um misto de sadismo e mau gosto.
O rapaz se envolve com as duas mulheres, o que o faz se sentir levemente culpado, mas nem tanto, pois ele aproveita bem as tardes com a argentina e as noites com sua mulher. Ainda assim, ele suspeita que elas tenham um caso.
A única pessoa minimamente sensata em todo o filme é o personagem do pai dele, que cobra do filho atitudes mais condizentes com sua idade. Ele projeta no rapaz os seus sonhos, afinal, ele mesmo é um escritor frustrado. Mas, com suas cobranças, é também capaz de mostrar como Zeca ainda tem muito que amadurecer.
Como a maior parte dos filmes que usa uma narração em off, o texto é redundante, quando não brega e desnecessário. O tom dessa narração é um meio-termo entre floreios de novelas românticas do século XIX e romance policiais de clima noir.
A redundância faz parecer que o diretor não crê muito na capacidade de entendimento de seu público, portanto, precisa explicar cada coisa para que não fiquem dúvidas de que Zeca esteja ou sofrendo, ou amando, ou perdido na vida. É curioso que um filme escrito por um roteirista seja tão pobre exatamente no texto.
Ao longo de seus 90 minutos – que parecem bem mais – Histórias de Amor... fala de amor, amadurecimento, personalidade e a busca pelo lugar no mundo. Tudo isso misturando toques de drama e pitadas de um humor sem muita graça. É como se o filme ainda não tivesse decidido o que gostará de ser quando crescer – como o seu protagonista.
(Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos - 2009)
Marcadores:
Cinema Nacional,
Filmes
Justin Bieber: Never Say Never (2011)
A mensagem do filme para seu público é “nunca desista de seus sonhos”, como o próprio Justin insistiu pelo twitter, como parte da campanha de lançamento. Ele próprio é a concretização de um sonho. Filho de uma mãe solteira que postava seus vídeos no Youtube, Justin foi descoberto pelo agente Scooter Braun, que o apresentou a Usher, a sensação do R&B, que o apadrinhou na gravadora Island Records, onde começou sua carreira profissional. A partir de então, deu-se a explosão que todos conhecem. Usher aparece em várias cenas do filme.
Entrecortam-se cenas pessoais e de bastidores com o garoto brilhando no palco e meninas histéricas na plateia. O pai do garoto, Jeremy Bieber, é uma espécie de figura decorativa, que aparece por alguns minutos, chora quando vê o filho no palco, e nunca mais se ouve falar dele. Na sua cidade natal, o menino joga basquete com seus colegas e reza antes de comer uma pizza. É o complemento para a mensagem de bom-mocismo que o cantor quer exalar por todos os poros.
(Justin Bieber: Never Say Never - 2011)
Luzes da Ribalta (1952)
Londres, 1914. Calvero (Charles Chaplin) é um velho comediante, que no passado fizera sucesso no vaudeville e music hall. Calvero foi esquecido e isto o deixou muito próximo de se tornar alcoólatra. Porém tudo muda quando, numa tarde, ao voltar para pensão onde vive, sente um estranho cheiro e constata que é gás, vindo de um dos quartos. Ele arromba a porta e acha inconsciente uma jovem, Thereza Ambrose (Claire Bloom). Calvero chama um médico e ambos a carregam para o seu apartamento, que fica dois andares acima. Quando ela desperta, Calvero lhe pergunta por qual razão quis cometer suicídio. Theresa lhe explica que sempre sonhou ser uma grande bailarina, mas agora suas pernas estão paralisadas. Calvero promete fazer tudo para ajudá-la, mas o que ele não imagina é que, em pouco tempo, Theresa fará tudo para ajudá-lo.
Vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora.
(Limelight - 1952)
Marcadores:
Filmes,
Vencedor do Oscar
Assinar:
Postagens (Atom)













